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  • Francielle Pivetta

O lado negro do excesso de informações sobre as doenças.

Atualizado: Mai 7

Você sabia que as vezes a ignorância para o excesso de informações ruins é uma benção? Vou te contar como descobri isso...



Estava esses dias lendo alguns comentários de um perfil de uma rede social e percebi que algumas pessoas comentavam que já haviam ouvido falar muito pouco sobre as DII (doenças inflamatórias intestinais), também já vieram comentar comigo que as doenças autoimunes são pouco faladas, pouco comentadas ou são poucos os profissionais que falam e cuidam e se especializam nessas áreas.

Antigamente eu dizia que realmente concordava com essas pessoas e dizia que realmente são poucas as informações encontradas, também dizia que as informações sobre a doença eram encontradas em grupos nas redes sociais ou vídeos no youtube (assim como os meus rsrs). Mas hoje em dia mudei de opinião e discordo que temos poucas informações sobre as doenças autoimunes. O que aconteceu que me fez mudar de opinião? Mudei de lado, sai do lado negro da força e fui para o lado bom da força, rsrs.


Mas bora lá que vou te explicar o que aconteceu que me fez mudar de ideia. Quando decidi parar de trabalhar com vendas e comecei a iniciar minha entrada nesse ramo de desenvolvimento humano, saúde mental, saúde de forma geral e hábitos saudáveis eu fiz o quê? Além de ser uma portadora de 2 doenças autoimunes eu saía pesquisando sobre as doenças, entrei em grupos e mais grupos, comecei a conversar com outras pessoas e assim essa foi uma época onde me batia mais desespero e parecia que tudo que eu estava trabalhando emocionalmente estava indo por água abaixo, eu entrei em um estado de revolta, de negação e chorava muito.


Me lembro bem porque na época estava fazendo mentoria para desenvolver meu negócio e saber como ajudar mais pessoas, e me lembro de conversar com minha mentora que eu estava ficando triste, impaciente, com raiva, nervosa cada vez que eu parava pra estudar, ler, ver vídeos e conversar sobre o assunto. Eu acreditava que não bastava só minha experiência mas que eu deveria estar nesse meio e o conselho que recebi foi mais ou menos que eu precisaria me desconectar entre a Fran com a doença e a Fran que estava ali para entender meus clientes o meu negócio. Discordei fortemente, como eu me desprenderia disso se eu quero trabalhar com isso por exatamente ser a pessoa que entende bem o que essas pessoas passam e sentem? Esse é era o meu diferencial, eu falo e faço o que faço porque sei como é, já estive naquele lugar, já senti aquela dor mas também descobri uma coisa, que o meu diferencial era sobre o que eu queria falar, a mensagem que eu queria levar.


O tema que eu queria falar era sobre VIDA! Queria despertar nas pessoas que estão sofrendo, o desejo de lutarem pela suas vidas, de não se conformarem com a doença do jeito que está, de não se contentarem com pouco da vida mas irem atrás dos seus sonhos. De não deixarem que o diagnóstico tirassem delas os sonhos que um dia já duvidei se eu conseguiria conquistar, e foi aí que veio a virada de chave, eu precisava pesquisar sobre assuntos que abordassem a vida, saúde, bem estar. Uauu! Aí sim a coisa mudou e mudou para melhor!


A partir daí percebi o seguinte, já existem informações suficientes sobre as doenças autoimunes e dii. Elas sempre foram as mesmas, não mudaram, pronto falei!! Os médicos que eu ia e vou até hoje, quando eu perguntava e pesquisava sempre diziam as mesmas coisas, os tratamentos também são os mesmos existe um protocolo de tratamentos, eles vão seguindo dosagens avaliando as respostas do organismo de cada pessoa, mas no final era e é sempre a mesma coisa, vai por mim, tenho família de médicos, pesquiso sempre, converso com eles, acompanho materiais de associações (com muito menos frequência claro, mas não deixo de me atualizar) e desenvolvi com 3 anos de idade então assim pensa no tanto de médico que já cruzou no meu caminho e até hoje não ouvi uma única resposta diferente.



Pesquisar sobre doenças só me deixava mais doente e eu percebi que já sabia o que precisava saber e que muitas vezes a ignorância pra coisas ruins é uma benção. Outro fator que percebi é que saber mais sobre a doença não mudaria o meu quadro, nem mudaria no fato de que portava a doença desde os 3 anos. Mas quando comecei a me perguntar o que realmente mudaria se eu começasse a saber mais informações sobre saúde, alimentação, mentalidade, exercícios, comportamentos e etc, aí sim a coisa mudou. Comecei a ver uma ampla diversidade de informações e profissionais engajados em falar de saúde, de trazer novidades quando se trata de saúde e bem estar.


Então quero te convidar a partir de agora mudar o foco da sua pesquisa, falar de doença só tem um final morte, mas falar de saúde trás a possibilidade de vida!

E aí o que você escolhe? Não estou dizendo que você não deve saber nada sobre a doença, não não, mas quero trazer a perspectiva de manter-se em paz, mentalmente, emocionalmente e sim fisicamente leve e positivo por enxergar mais perspectivas do que você pode fazer pra viver bem.

Saber da doença com certeza você saberá, pesquisará, vai ouvir informações dos médicos mas quero te incentivar a se desprender de SOMENTE pesquisar isso, de constantemente ler, ver, ouvir e conversar com outras pessoas somente sobre isso. Sempre irei falar sobre como nossa mente, nossas emoções e aquilo que falamos influência tanto no nosso corpo como na forma como nos comportamos, mas por enquanto quero te convidar a fazer essas pequenas alterações de perspectiva e começar a falar mais sobre sua vida e saúde.


E aí topa? Acredito que se está aqui comigo lendo meu blog é porque abraça a causa que venho falando e trabalhando. Nunca mais irei falar sobre as doenças autoimunes? Comentarei sim, mas sempre buscarei trazer informações de uma maneira que te faça sentir que viver é maravilhoso mesmo portando uma doença autoimune.

E finalizo esse texto dizendo: E que a força esteja sempre com você rsrs.

Xêro

Francielle Fernandes Pivetta



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